quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

#10

ALGODÃO AMARGO


Para onde fui não precisou de estradas
O algodão doce olhado de longe tem formato de coelho
Estou dentro de uma e não tem cheiro, gosto de nada
Apenas um leve desconforto no estômago
Segure firme, preste atenção!
As formigas lá embaixo não sabem de nada
Construindo sem saber por quê
Vivendo adequadamente como manda um coletivo alienado
Faça isso, faça aquilo!
Ei você, estou descendo e aqui é chato
Não encontrei Messias algum descumprindo as escrituras
Encontrei apenas outros iguais a mim
Estou confuso agora.

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